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Thaiana Brotto é Psicóloga formada pela PUC-PR e especialista pela USP em Terapia Comportamental.

“Minha missão como psicóloga é ajudá-lo a melhorar o seu bem-estar, sua capacidade de se envolver em relações interpessoais e capacitá-lo com técnicas úteis para ajudá-lo a resolver seus problemas e queixas.

Atingir os objetivos dependerá do nosso trabalho em conjunto, sempre respeitando o seu timing. O primeiro passo você já deu, pois chegou até aqui. Você se sente confiante para dar o passo seguinte?

Se sim, abaixo você pode consultar o valor das sessões e até mesmo agendá-la.Você prefere ganhar mais confiança e conversar comigo antes de prosseguir? Eu posso ajudá-lo.

Seja bem vindo!”

Atendo as seguintes áreas:

Transtorno ou friozinho na barriga?

A ansiedade tem sido definida, como um estado emocional desagradável acompanhado de desconforto somático, que guarda relação com o medo.

Os sintomas mais comuns são dor de cabeça, palpitações, taquicardia, aperto no peito, leve desconforto abdominal e até mesmo falta de ar. Já no senso comum a ansiedade costuma ser conceituada como aquele “friozinho na barriga” que surge diante de uma situação nova e, portanto, desconhecida.

O problema acontece quando esse medo parece não fazer sentido, chegando ao ponto de ser irracional. Nesses casos, a ansiedade encontra explicação em nossa sociedade que adoece emocionalmente a cada dia. A cobrança por performances extraordinárias, o estresse do cotidiano, o consumo desenfreado e as relações interpessoais cada vez mais individualistas trazem como efeito colateral um estado insano de ansiedade.

O que fica muito evidente no comportamento atual é o excesso de preocupações.
É possível, que na história de aprendizagem de pessoas ansiosas, se comportar dessa maneira deu certo por alguma razão, por mais difícil que seja sua compreensão. Quando estamos estressados com algo e em seguida, comemos um doce por exemplo, o sentimento de alívio que isso provoca é instantâneo, o que faz com que nosso cérebro acesse esse recurso novamente, quando estiver com dificuldades para lidar com algo.

Em contrapartida, aquilo que num passado remoto era adequado porque resolvia o problema a curto prazo, nesse momento pode ser um martírio, principalmente quando comprometer a vida social daquele que se comporta sob o efeito da ansiedade ou trazer inúmeros prejuízos de saúde e autoestima.
Ou seja, para não sentir os sintomas desagradáveis da ansiedade a pessoa evita certos lugares e situações e, por isso, como efeito colateral, deixa de se beneficiar de experiências novas e enriquecedoras para seu crescimento e desenvolvimento pessoal. E m muitos casos, ao se isolar das pessoas e do mundo, tem grandes chances de prejudicar seus laços sociais e até possivelmente deprimir logo em seguida.

Alguns estudiosos comportamentais sugerem que sujeitos inseridos em ambientes “contaminados” por estímulos aversivos, punitivos e ameaçadores, podem ter como consequência um quadro crônico de ansiedade.

Essa condição ambiental deve ser trabalhada no processo terapêutico, servindo de guia para que o paciente encontre caminhos satisfatórios ao buscar interações mais reforçadoras e prazerosas, ampliando seu contato com fontes que proporcionam um comportar-se diferente, mais leve e feliz. E se não for possível alterar o seu contexto e ambiente que esteja inserido, que tal usar a criatividade para aprender um novo repertório comportamental?

A Dra Thaiana trabalha Terapia de Casal no seguinte formato:

O ideal para a primeira sessão é com o casal juntos, mas se isso não for possível, por conta da resistência que um dos dois tem em relação ao processo terapêutico, pode ser feito individualmente, pois o foco da psicoterapia será o relacionamento amoroso. O objetivo da sessão é compreender a queixa e a dinâmica conjugal.

A segunda e a terceira sessões acontecem individualmente com cada um dos cônjuges.

Nessas sessões posteriores o objetivo é ouvir a história de vida de cada um e como cada um avalia a relação conjugal. Para isso é necessário a ausência do parceiro (a) para que ambos se sintam à vontade para expor como enxergam a relação. Obs: tem situações que é necessário mais de uma sessão para cada cônjuge.

Isso é avaliado no caso a caso.

Quarta sessão: Sessão de Feedback ao casal, onde será definido o plano de tratamento e como será conduzida a Terapia de Casal.

Próximas sessões: cada casal seguirá um formato de sessões de forma individualizada, de acordo com a necessidade de cada um. Ex: na maioria dos casos é necessário que o casal faça sessões individuais durante a semana, porém ambos permanecem com o foco no relacionamento conjugal. E sempre que necessário a terapeuta combina previamente esses encontros conjugais, mas isso só acontece quando o casal estiver preparado emocionalmente para isso.

Compreendendo a Abordagem

Terapia Comportamental se refere à abordagem psicológica que se fundamenta no Behaviorismo Radical de B. F. Skinner.

Ela se caracteriza pelos seus princípios sólidos a respeito do comportamento e suas variáveis, definidos a partir de conhecimentos teóricos e práticos, preocupando-se ainda com a comprovação científica de seus procedimentos.

Ela entende o comportamento como uma relação entre o organismo e o seu ambiente. Portanto, o terapeuta comportamental investiga vários aspectos do comportamento, buscando estabelecer suas relações com as condições ambientais em que estes ocorrem.

O processo terapêutico com a Terapia Comportamental

A Terapia Comportamental trata-se de um processo terapêutico que tem como objetivo ajudar as pessoas na resolução de seus conflitos.

É um espaço que ajuda a promover mudanças comportamentais que causam sofrimento para a própria pessoa e para o meio social em que está inserida. Ela proporciona aprendizado e crescimento pessoal e serve de estímulo para o cliente ampliar seu autoconhecimento.

A psicoterapia é um convite para a reflexão, ela permite que o sujeito entre num universo real, mas muitas vezes desconhecido. Abre lacunas para a privacidade, para o sentir, pensar, observar, para o se permitir. Se permitir para algo novo, experimentar novos sabores, ampliar a visão de mundo e nos relacionarmos com ele de forma diferente, mais feliz e satisfatória.

Todo e qualquer ambiente que tenha pessoas, está sujeito a conflitos. No mundo profissional e familiar isso é muito comum.

Imagine que grande parte das crianças aprende sobre valores, regras e comportamentos adequados e inadequados dentro de seu círculo familiar, referência máxima nessa etapa da vida.

Quando elas se tornam adultas, a esfera profissional acaba sendo prioridade para muitas delas e com isso choques de culturas e realidades começam aparecer, choques esses bastante apimentados pelos interesses pessoais de cada um. Nesse aguçado cenário, onde o dinheiro, status e poder (por sobrevivência ou não) se faz necessário desenvolver uma série de estratégias e ferramentas para se defender e alcançar seus objetivos.

Os conflitos borbulham e, nessas horas quem consegue melhor lidar com as suas emoções, é mais provável que consiga obter melhores resultados. Nunca foi tão importante desenvolver essa habilidade, uma vez que o universo high-tech ganha velocidade e potência, principalmente no mundo corporativo, onde a competição entre os colegas também acompanha o mesmo ritmo.

Saber gerenciar conflitos ganha um grande destaque, não só pra quem busca cargos de liderança. Nos tempos atuais, a imagem e o posicionamento correto do profissional enquanto marca e carreira ganhou relevância nos algoritmos das mídias sociais, duelar com elegância e inteligência emocional, tendo empatia com o outro passa a ter valor imensurável. Sim, porque no mundo corporativo precisamos nos relacionar, não por escolha, mas por necessidade.

Já no contexto familiar, percebo um movimento um pouco diferente, já que as pessoas se tornam cada vez mais independentes, evitar relações familiares que não agregue a favor de algum benefício próprio, está fora de moda. As famílias estão cada vez mais se desfazendo, as relações cada vez mais líquidas. Será que estamos vivendo uma era onde buscamos a liberdade, ou uma “falsa” sensação de liberdade?

Concordo que a autonomia financeira traz essa possibilidade e considero isso algo muito importante para a qualidade de vida das pessoas e para o desenvolvimento humano, porém o que realmente me entristece é que o nosso nível de tolerância a frustração vai entrando em desuso, com o passar do tempo, quase que em extinção.

Afinal, se doer ou ferir um pouco a mais do que o parâmetro que pelas mídias sociais instituiu como realidade, descartamos a pessoa ou até uma família inteira com bastante facilidade. Nos apegamos num modelo de vida livre, só que nos esquecemos que fomos feitos para amar e ser amado.

Queremos nos livrar da culpa e de qualquer desconforto que esse outro possa nos causar, por isso nos esforçamos muito pouco para construirmos relações sólidas, optamos por atalhos aparentemente mais fáceis (talvez pela falta do conhecimento) e diante da primeira dificuldade, perdemos a paciência e justificamos através da felicidade que precisamos alcançar agora.

Acredito que tem muitos casos, que precisam realmente dessas medidas mais drásticas, só me preocupo nos efeitos colaterais que isso traz para as pessoas que não precisariam pegar esse caminho. Inclusive é por me deparar com esse questionamento no consultório através do comportamento dos meus pacientes que quero tanto ajudar e guiar mais pessoas, que comecei a me perguntar sobre tudo isso já algum tempo.

Notei como consequência desse panorama todo, que se comunicar vem perdendo forças e por isso causando muitas dores emocionais. Não precisava ser dessa forma, porque na maioria das vezes um simples mal entendido que tanto desconecta o humano dele mesmo e do outro, poderia ser resolvido de outra forma.

Há muito pouco esforço para se colocar no lugar do outro e encontrar um nível de satisfação que encaixe para ambos. Afinal de contas o que é relevante mesmo é o amor próprio, uma vez que o individualismo ganha muitos e muitos troféus.

Falamos do equilíbrio, mas não estamos dispostos a buscar por ele para que entre erros e acertos, o saldo seja mais positivo nas relações e a vida encontre outro sabor, quando o sentido dela é o amor e o pertencimento, que pode estar ao nosso lado e não estarmos enxergando.

O que é?

A depressão é uma doença psiquiátrica crônica e recorrente que produz uma alteração do humor. É caracterizada por uma tristeza profunda, sem fim, associada a sentimentos de dor, amargura, desencanto, desesperança, baixa autoestima e culpa, assim como distúrbios do sono e do apetite.

Depressão não é sinal de fraqueza, ela mostra que você se manteve forte por muito tempo e por isso se tornou resiliente. Nesse momento da sua vida, por todos os acontecimentos que você viveu, e deu conta deles de forma a exceder seus limites emocionais, o efeito colateral que trouxe para sua saúde mental, pode ter sido um quadro depressivo

Sua química cerebral se modificou, se desestruturou, porque até então, você nunca tinha lidado com situações como essas que enfrentou. Isso não significa que você não foi bom o suficiente, ou que enlouqueceu e por isso perdeu o juízo e o controle da sua própria vida.

Nada disso.

Aprendemos desde criança que pessoas depressivas são vistas dessa forma pela sociedade. Esse estigma vem se modificando porque hoje o conhecimento está muito mais acessível. E mesmo tendo o conhecimento, é difícil quebrarmos essas barreiras emocionais, porque ainda convivemos com pessoas que pensam dessa maneira.

O ponto aqui é que quando sentimos o problema na própria pele, o assunto vai para outro patamar e então a escolha certa é somente uma: cuidar da sua saúde emocional porque aquele sofrimento está te trazendo muitos prejuízos.

Nesse momento, tudo que você acreditava que sabia sobre a vida e sobre você mesmo é colocado em evidência, te fazendo questionar muita coisa, esse processo é doloroso, eu sei…

É muito importante você se abrir para aprender o que seus sintomas estão querendo te dizer, pois caso contrário você corre o risco do sofrimento aumentar e direcionar sua vida, levando ela para um outro rumo, nada desejado e bem diferente daquele que você imaginava e sonhava pra você.

Como psicóloga clínica, noto que todo o qualquer sofrimento é uma janela de oportunidade para o autoconhecimento. Fazendo o tratamento correto, com o uso de medicação, quando necessário, sua depressão pode ser tratada e ressignificada emocionalmente.

O que é?

A psicoterapia não é uma simples conversa, mas é através da fala com ferramentas apropriadas da Psicologia e de cada metodologia, o psicólogo vai trabalhar as questões emocionais de seu paciente, cujo objetivo é a mudança ativa do comportamento e do bem estar dele. Através do processo terapêutico, o psicólogo vai compreendendo o funcionamento psicológico do paciente para resgatar ou construir suas forças internas que vão impulsionar a mudança necessária.

  • Novas competências comportamentais e emocionais: enxergar seus talentos e
    habilidades para melhor lidar com os problemas
  • Identificação e ressignificação das emoções: avaliar com maior clareza as sensações
    que determinadas situações são causadas e se queremos nos conectar à elas
  • Autoconhecimento: diálogo interno mais leve
  • Autocontrole: regular essas oscilações de sentimentos e de atitudes desproporcionais
    como a raiva, medo, tristeza, ansiedade, entre outras
  • Um novo sentido para a vida: através do empoderamento pessoal e da quebra de
    paradigmas e frustrações sociais que não trazem mais o sentimento de pertencimento
  • Percepção para compreender os benefícios e malefícios dos relacionamentos

As pessoas estão mudando de carreira porque querem experimentar novas experiências e novos sentimentos.

Essa é uma das razões que leva também à busca e a conexão com seu propósito de vida, uma espécie de fusão em que papéis da pessoa física e jurídica se entrelaçam. O mundo hoje clama por verdade, humanização e espontaneidade. As pessoas não querem mais serem moldadas pelas empresas, não querem mais se encaixarem naquele padrão corporativo que dita as regras e dita a vida.

Elas querem um pouco mais de liberdade para buscarem novas formas de viver, experimentar novos sentimentos e conhecer outras facetas suas que só conhecemos quando experimentamos algo novo, diferente de tudo aquilo que foi imposto. Cada vez mais o humano se utiliza da inovação e da tecnologia, mas deseja com toda sua força se aproximar cada vez mais de sua condição humana.

Ele quer se sentir pertencente naquilo que lhe faz mais sentido, quer ter brilho nos olhos e motivação para vencer seus medos mais bobos e mais profundos. Essa etapa de transição de carreira costuma ser um passo bem difícil de ser dado, e isso é muito comum e muito natural. Isso não significa que você é menos corajoso.

Esse tipo de fala, inclusive, pode ser muito perigosa e prejudicar a autoestima da pessoa que está buscando se arriscar. A transição de carreira traz pode ser feita de maneira programada, com mais planejamento, para aqueles que sentem-se muito inseguros diante do incerto.

O problema é que fazer esse movimento demanda muita energia de tempo e dedicação e é aí que as pessoas acabam travando e desistindo.

O problema é que costumamos rever nossa carreira quando já chegamos no limite do esgotamento físico e emocional e quando ela passa a interferir na vida como um todo.

Cada vez mais esse tema está sendo difundido e discutido como pré-requisito para a saúde mental das pessoas. Quando recebo pacientes no consultório que trazem essa expectativa para a terapia percebo que isso parece estar muito ligado ao desejo de se conhecer de maneira única e individual, como se bastasse conhecer o que traz prazer e satisfação que todo o resto dos problemas se resolveriam.

O processo de autoconhecimento acontece principalmente nas relações humanas e, parece que está cada vez mais está difícil gerenciar o eu e o outro e ainda conciliar os interesses nessas relações. Isso traz um aumento da ansiedade e da depressão como consequência dessa sociedade líquida que vivemos hoje.

Por isso a DICA mais importante que eu dou nesse sentido do autoconhecimento é buscar aprimorar os seus relacionamentos interpessoais, fazendo isso através da CONEXÃO EMOCIONAL que se dá na troca com o outro. É importante identificar as emoções e sentimentos que são violados constantemente quando nos relacionamos.

Focar energia, disponibilidade e tempo nisso nos possibilita compreender que viver é se relacionar e que quanto mais eu compreender a dinâmica dos ambientes que eu faço parte, aumento significativamente minhas chances de conhecer o que me deixa feliz e o que provoca minhas dores emocionais. Assim minhas escolhas se tornam mais assertivas e conscientes e passo a ter mais êxito em meus objetivos, porque aprendo a lidar de maneira madura.

Inteligência das emoções. Será que eu consigo desenvolver esse tipo de inteligência? Já que as emoções são fisiológicas, será que conseguimos ser inteligentes para lidar com elas? Parece que quando nossas emoções são ativadas de forma intensa e desprevenida, usá-las de forma inteligente não parece ser uma opção prática e realista…

A boa notícia é que existem pesquisadores que trabalham por décadas, as vezes até mesmo uma vida inteira estudando todos os seus desdobramentos e eu como psicóloga clínica, vejo na prática os resultados que ela pode trazer, quando se escolhe encarar a inteligência emocional como um estilo de vida.

As emoções, costumam ser muito temidas e por isso acabam sendo colocadas de lado, não sendo vistas como prioridade, até a hora que o primeiro problema tira a pessoa do eixo e faz ela repensar sua conduta.

Acontece que as emoções nos movem, são elas que definem tudo na nossa individualidade humana, porque a partir delas que nos moldamos e fazemos os ajustes para nos adequarmos ou não ao meio que somos inseridos. Elas são como uma espécie de sinalizador nos mostrando os caminhos que podemos percorrer.

Para ser inteligente com as suas emoções, você precisa conhecê-las. Conhecer as emoções não é apenas expressar o que está sentindo, mas conseguir dizer com propriedade o porquê está sentindo, o que aconteceu para se sentir daquela forma.

Compreender a origem desses sentimentos , que fatos ocorreram na sua vida que foram marcantes o suficiente para transformar aquilo em dores emocionais, o que acarreta hoje na maneira intensa que sentimentos muito parecidos vem a tona hoje na sua vida. Depois que você conseguir responder essas perguntas é que seu quebra cabeça do autoconhecimento vai se encaixando e como consequência você conseguir usar sua inteligência para aplicar em suas emoções.

Acontece que essa empreitada costuma ser uma descoberta sem fim, porque quanto mais você se expor e se permitir vivenciar coisas novas, é que será possível testar sua inteligência emocional, pra você conseguir realmente transformar ela em uma ferramenta que te beneficia.

  • Quando tem problemas que não consegue resolver sozinho;
  • Quando tem dificuldades de praticar o autoconhecimento;
  • Quando tem problemas no trabalho, exemplo: relacionamento com o chefe, como
    também a falta de foco;
  • Quando está sempre tenso e ansioso pelo que você acredita que pode acontecer;
  • Quando tem atitudes prejudiciais a si próprio e a outras pessoas
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